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17 de novembro de 2008

Dupla de Subjetividade (Isadora Camargo)



Um momento para dois textos subjetivos realizados nesse meu percurso de período acadêmico...

  • Por que aterrorizar-se com o terror

A primeira indagação, latente, que surge na mente dos medrosos de “plantão” é o porquê da aflição que sentem diante de algumas situações corriqueiras, como quando as próprias imaginações os ludibriam. A palavra terror, também, não ajuda. É uma palavra ríspida, ecoa em nossos cérebros os “OS” finais, perturbando-o sem titubear.


A simples falta de luz acrescentada de medo transforma-se na perfeita escuridão que atormenta a alma. A toalha pendurada na porta, então, aparenta o vulto que não para de afligir a visão mistificada que dá asas aos pensamentos mais bizarros; o barulho do vento batendo na janela representa as vozes dos “espíritos malignos” que estão prontos para atacar, enfim...Que poder é esse conferido ao inconsciente de transformar objetos concretos em tormentos surreais e a suposta tranqüilidade em aventuras do subjetivo.

Filmes, contos e até sites de terror existem para alimentar os barulhos estranhos, os telefonemas inesperados que não passam de pura coincidência ou fértil imaginação. O fato mais engraçado desses acontecimentos é que o equívoco só é desfeito após momentos de medo e de tensão. O simples toma uma dimensão fora do comum, incontrolável e o que era medo transforma-se em trauma, pavor e assim sucessivamente.

A solução é tentar enganar o medo, tentando não alimentar os espaços desocupados da mente com as inúmeras “coisas feias” que existem pelo mundo. Se fosse assim, ninguém sobreviveria ao caos do terror.



  • A igualdade em conflito com a existência
Por que tanta preocupação com a diferença? Por que gerar tanta polêmica alguma diferença? Não sei.

O ser humano, em sua incompletude, insiste em ter ‘pré conceitos’ com o que pode parecer-lhe fora do comum. Mas como, se ser diferente é a representação da normalidade da vida na Terra. Exagero?! Talvez, mas prezo pelo relato da indefinição do contentamento do homem com o que está a seu redor.

“Pra quê ser azul, se todo mundo gosta do verde?”. Porém qual é o limite desse ‘todo mundo’. Não é possível generalizar. Por mais uniforme e homogênea que sejam situações quaisquer, elas possuem divergências entre si. Qual seria a graça se essas divergências não fossem identificadas?

A mídia já utilizou de slogans em propagandas “Ser diferente é normal”. A diferença deve ser estimulada.
Não dá para viver em ambientes que aludam a indústria cultural, produção em série...tudo muito igual...

O estímulo, a vontade de melhora está diretamente ligada às discrepâncias que pairam sobre nós. Ser diferente é algo que se destaca. Ser diferente é mostrar as características mais relevantes, marcantes e que não sejam nenhum pouco semelhantes!

4 comentários:

Beto Costa disse...

Amigo obg pela visita,retornei pra te dizer que add teu link sou do ripadas.blogspot.com,gostei do seu seu blog e quero torna-me seu parceiro.

vocefazobrasil.com disse...

E viva a diversidade!!!!!
Desculpe yoshi
empolguei
mas é isso que nos torna tão interessantes
bjs...bye!!!

Fer Suguiama disse...

Na frase ‘todos diferentes, todos iguais’ há sempre alguém tentando fugir da maioria.

Ótimo texto, Isa!
=*

Camila Martins disse...

Oi, tudo bem??

Você me deixou um recado falando sobre parceria e tals..

E li aqui no blog que os links vão p/ um OUTRO blog.. é isso mesmo?

Eu preferiria ficar nesse aqui mesmo! Gostei mais.. hahaha (não desmerecendo o segundo ^^)

Ai você me manda um logo ou banner seu e agente coloka na colona dos favorits..

eai ??

Aguardo resposta!

Bjs,
Camila

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