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10 de março de 2009

Ranking dos pisos salariais para jornalistas no Brasil

O piso salarial para categoria jornalística varia de área para área e de Estado para Estado. O piso mais alto fica para os jornalistas do Paraná e para os assesssores de imprensa de São Paulo e do Ceará. Já os mais baixos ficam no Piauí, sem contar os inúmeros Estados onde o piso salarial não é definido oficialmente.
Abaixo, o ranking dos pisos salariais para jornalistas em diversos Estado e áreas, do mais alto para o mais baixo.


01 - Ceará - Assessoria de Imprensa - R$ 2.012,79
02 - São Paulo - Assessoria de Imprensa - R$ 1.968,50
03 - Paraná - Jornais, Revistas, Rádio e TV - R$ 1.961,81
04 - Alagoas - R$ 1.945,47
05 - São Paulo - Jornais e Revistas da Capital - R$ 1.738,25
06 - Distrito Federal - Mídia Impressa - R$ 1.560,13
07 - Rio de Janeiro - Cidades com mais de 300 mil habitantes - Redator 7 horas - R$ 1.500,70
08 - Mato Grosso do Sul - Dourados - TV RIT - R$ 1.446,90
09 - São Paulo - Jornais e Revistas do Interior - R$ 1.425,00
10 - Minas Gerais - Jornais e revistas - R$ 1.422,09
11 - Pará - R$ 1.416,68
12 - Acre - R$ 1.400,00
13 - Ceará - Rádio e Televisão - R$ 1.360,42
14 - Minas Gerais- Federação Nacional de Cultura (Fenac) - R$ 1.351,50
15 - São Paulo - Rádio e Televisão da Capital - R$ 1.351,23
16 - Minas Gerais- Sindicato Nacional das Empresas de Comunicação (Sinco) - R$ 1.338,09
17 - Rio Grande do Sul - Porto Alegre - R$ 1.314,00
18 - Distrito Federal - Mídia Eletrônica - R$ 1.312,95
19 - Rio de Janeiro - Cidades com mais de 300 mil habitantes - Repórter 7 horas - R$ 21.234,00
20 - Goiás - Jornais e Revistas - R$ 1. 215,00
21 - Minas Gerais- TVs e produtoras - R$ 1.210,00
22 - Maranhão - R$ 1.153,53
23 - Ceará - Jornais e Revistas - R$ 1.152,00
24 - Santa Catarina - Jornais e Revistas - R$ 1.123,07
25 - Minas Gerais- Rádio - R$ 1.100,00
26 - Tocantins - R$ 1.100,00
27 - Espírito Santo - TVs e Jornais de Vitória - R$ 1.092,10
28 - Rio Grande do Sul - Interior - R$ 1.087,73
29 - Rondônia - Repórter, Redator, Rádio Repórter, Noticiarista,Repórter de Setor, Repórter Cinematográfico, Repórter Fotográfico, Revisor e Diagramador - R$ 1.074,93
30 - Rio Grande do Norte - Nível 03 - R$ 1.009,55
31 - Rio de Janeiro - Cidades com menos de 300 mil habitantes - Redator 7 horas - R$ 1.007,95
32 - Rio de Janeiro - Cidades com mais de 300 mil habitantes - Redator 5 horas - R$ 1.002,90
33 - Rio de Janeiro - Cidades com menos de 300 mil habitantes - Redator 5 horas - R$ 1.001.70
34 - Piauí - Teresina - R$ 1.000,00
35 - Mato Grosso do Sul - Dourados - TV Ponta Porã - R$ 985,92
36 - Minas Gerais- Sindicato dos Proprietários de Jornais, Revistas e Similares do Estado de Minas Gerais (Sindijori) - Jornais diários - R$ 950,00
37 - Rondônia - Arquivista, Ilustrador, Arquivista Pesquisador e Chargista - R$ 948,93
38 - Espírito Santo - Rádios de Vitória - R$ 928,28
39 - Rio de Janeiro - Cidades com menos de 300 mil habitantes - Repórter 7 horas - R$ 920.75
40 - Sergipe - Rádio, TV e Jornais- R$ 880,00
41 - São Paulo - Rádio e Televisão do Interior - R$ 861,85
42 - Minas Gerais- Sindicato dos Proprietários de Jornais, Revistas e Similares do Estado de Minas Gerais (Sindijori) - Demais jornais - R$ 850,00
43 - Rio Grande do Norte - Nível 01 e Nível 02 - R$ 850,00
44 - Mato Grosso do Sul - Dourados - Jornal Diário MS - R$ 822,22
45 - Rio de Janeiro - Municípios com mais de 300 mil habitantes - Repórter 5 horas - R$ 811,90
46 - Espírito Santo - TVs e Jornais do interior - R$ 797,23
47 - Espírito Santo - Rádios do interior - R$ 797,23
48 - Rio de Janeiro - cidades com menos de 300 mil habitantes - Repórter 5 horas - R$ 743.60
49 - Piauí - Cidades do Interior -R$ 700,00

Estados sem piso salarial definido:
Amapá
Amazonas
Bahia
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Paraíba
Pernambuco
Roraima

2 comentários:

Guilherme Freitas disse...

São Paulo como sempre lidera, mas me supreende o Ceará estar na liderança. Mas cá pra nós, R$ 2 mil para um jornalista é muito pouco tendo em vista o trabalho cansativo da nossa profissão. Abraços

Wander Veroni disse...

É bom lembrar que o post fala do piso salarial, e não da realidade. Como o Michel disse acima, o pior problema da profissão é a falta de regulamentação.

Muitos jornalistas tem mais de três empregos ao mesmo tempo e fazem freelas. O que é bom por um lado, mas a informalidade é uma assombração da nossa profissão.

Ainda tem outra coisa: cada profissional tem o seu preço (valor salarial), não só pela qualidade ou mérito, mas por competência e tempo de estrada.

Fico contente de ver que no Ceará e no Paraná o piso ser tão bom em relação aos outros Estados.


Abraço,

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