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6 de fevereiro de 2009

Livros: coisa do passado?


O ser humano é algo muito curioso. Muitos desejam aprender mais e mais, e cada vez de maneira mais fácil. Em 1450, Gutenberg inventou o prelo, a tão sonhada máquina de impressão. Com isso foi possível fabricar mais livros, com um custo menor.

Antigamente, o livro não saia pronto diretamente da oficina, o prelo não imprimia desenhos, os quais eram feitos por um artista contratado.

Escritas cuneiformes, pergaminhos, livros... Serão essas palavras do passado? O homem de hoje vive na era cybernética, digital e moderna (e nanotecnológica, e...) . As coisas não estragam mais, elas travam. Não precisam mais ser recicladas, e sim formatadas. Se algo é criado, tenha certeza de que duas semanas depois já estão tentando superá-lo. A frase "nada é para sempre" nunca foi tão válida quanto hoje.

E os livros? Há pessoas que "ainda" os lêem. Há também aquelas que lêem muito, porém em uma tela de computador, em um "livro" da internet. Alguém aí se lembra do LP? Ou do refrigerante Crush, daquelas propagandas em preto e branco com moças em roupas engraçadas. Muita gente adora rever as coisas no baú do passado. Vai um e-book aí?

"Ah, como era bom aquele tempo". Qual tempo? O tempo que muita gente só conhece por fotos e histórias? Temo que, assim como os antigos pergaminhos, o livro também seja extinto. Só nos resta zelar pelas árvores. E pelo papel. Pelo papel, pelos livros e pela nossa dignidade. E, pra provar tudo isso, indicarei aqui um site que é ótimo e provavelmente terá o que você procura: http://www.ebookcult.com.br/. Se não tiver, a culpa é da globalização!

5 comentários:

S disse...

Para quem não conhece: http://www.livrosparatodos.net/

mas ainda prefiro o papel =P

Zé Renan disse...

No início, era o verbo... na pedra! Então veio o pergaminho, com os egípcios, e em seguida vieram as redes wireless. Tá, não foi bem assim, mas a humanidade não parou.

É aquele velho embate entre Modernização X Conservadorismo (por favor, não tomem "conservadorismo" como uma palavra ruim. É apenas um modo de ver as coisas...)

De fato, ambos tem suas qualidades e defeitos. Muitos não se importam, outros não suportam, e assim caminha a humanidade. Se você está lendo isso agora, na tela de um computador, sabe do que eu estou falando...

Texto reflexivo! Faz pensar... =)

Pensador Louco disse...

Já li muita coisa na tela do micro, mas não dispenso um livro de verdade. Gosto de olhá-los nas estante, manuseá-los, ler páginas a esmo quando estou sem sono.

De mais a mais, preferia mesmo que houvesse uma lei para exigir que livros fossem feitos de papel reciclado, pois assim diminuiriam os abates de árvores mundo afora.

Guilherme Freitas disse...

Eu sou um apaixonado por livros. Não consigo ficar sem ler um. Termino um e já pego outro para ler. Gosto muito de ir a Sebos, pois lá você encontra livros antigos tão bons quanto os que estão sendo lançados. Os livros são coisas do passado e do futuro, eles nunca vão acaber, nem quando o papel acabar. Vão dar um jeito de imprimi-lo em outro material. Abraços.

Eduardo Buys disse...

E-readers, e-books tudo isto é e-spetacular, mas o bom e velho livro de papel, ah este jamais vai morrer. Estava lendo uma coluna n'O Globo de hoje, onde se ressaltava que as novas mídias nunca mataram as velhas. Nem a TV matou o rádio, nem o cinema ou a internet eliminaram a TV.
Fui no http://www.ebookcult.com.br/ e é muito legal. Abraço, Edu

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