Recentemente, a Avenida Doutor Vicente Machado passou a contar com aproximadamente oitenta lixeiras, após passar pelo projeto de revitalização e modernização do centro da cidade. “As lixeiras na avenida ajudaram, mas ainda falta muito em outras vias que a gente trabalha. Com a falta de lixeiras, a sujeira vai para o chão e a gente não pode nem reclamar, porque as pessoas não tem onde jogar o lixo”, diz a gari Renata Vida.
“Existem projetos para a instalação de lixeiras em outras vias e praças, porém isso depende da demanda e dos pedidos que nos são encaminhados”, revela a engenheira Justine Schemberger, da Secretaria de Planejamento.
Outros exemplos dos poucos lugares com lixeiras são a Praça Barão do Rio Branco, que possui em torno de 40 lixeiras, e o Terminal Central, que conta com aproximadamente 5 lixeiras na parte externa, cuja maioria é improvisada, e 22 latõe
s que funcionam como lixeira na parte interna.
As ruas sem nenhuma lixeira instalada, porém, são muitas. Entre uma das vi-as importantes sem lixeira alguma é a Avenida Bonifácio Vilela, a München. Em to-da a extensão de suas dez quadras não há nenhuma lixeira instalada pela Prefeitura. “É um problema, porque não são todas as pessoas que andam com o lixo na mão até achar o lugar certo pra jogar. Depois ainda reclamam que tem gente que joga lixo nas ruas”, reclama Klaus Woiski, morador da Rua Balduíno Taques, outra importante via sem nenhuma lixeira pública instalada.
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